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15.FEV.2012
O eterno conflito entre preço e qualidade.A discussão é tão velha e até mesmo banalizada que muitos cursos por aí nem tratam mais o assunto com certa importância que ele merece, convenhamos, quem geralmente faz um curso, seja ele de comunicação ou finanças, sabe que preço é apenas uma das várias posições estratégicas que um produto/serviço podem praticar. Como os clientes das maiorias das marcas não fazem estes tipos de cursos e nem tem conhecimento que preço é apenas um “diferencial possível de ser praticado”, as lojas e seus vendedores acabam por cair nesse erro comum de sempre ir atrás do mais barato, assim o velho clichê se faz mais que perfeito nesta hora: “o barato, sai caro”. Qualidade e preço são assuntos tão distintos que era preciso uma aula para explicar como eles podem - não necessariamente devem – andar juntos. Tudo é uma questão de posicionamento da marca, mais precisamente do produto em questão. Aqui na Danti temos uma série de produtos (são mais de 2000 itens) entre eles estão os “top de linha”, aqueles que atendem os mais interessados em preços, há aqueles que são tratados como substitutos e há também os famosos commodities onde o posicionamento de marca tem que ser mais forte possível, já que preço e a qualidade estão fora de cogitação, a marca em que seus atributos e valores são mais fortes, possivelmente será a mais lembrada e consumida. Claramente não é tarefa simples se desprender dos conceitos de preço em cima de preço e uma mudança cultural (acrescento aqui, cultural brasileira) imensa. Empresas de varejo fora do Brasil – onde o preço ainda é principal atributo – tem tentando aos poucos mostrar um outro lado da marca, já que tudo ficou igual, eles exploram aspectos emocionais para conectar a marca a outro lado do cérebro, o das emoções. Abaixo dois comerciais incríveis de varejo que dão aula de emoção. O primeiro trata-se da KFC, uma junk food a la McDonalds, só que vende frango frito
Já o segundo é da John Lewis, uma rede de varejo a la Casas Bahia.
13.FEV.2012
"Quem mexe com internet fica rico sem sair de casa."O titulo do post, é sim uma ironia e referência a música do Pato Fu (Estudar para quê?), mas não é bem sobre internet que vou expor minha opinião aqui e sim sobre trabalhar em casa. Para os poucos (ou muitos) que tem o “privilegio” de poder ficar no conforto e do computador pessoal exercer sua função na empresa. Claramente tem prós e contras. Não pegar congestionamento, não ter de acordar tão cedo ou não precisar se arrumar inteiro com pressa ou até mesmo tomar o café enquanto vai para o emprego, já se torna o dia bem mais humorado, mesmo que seja ilusório e somente na parte da manhã. Pois bem, agora é a hora de ligar o computador e por a mente na realidade da sua ocupação – é por isso que algumas pessoas nem podem sonhar em ficar em casa, a realidade é outra – primeiramente resolver todos os e-mails, fazer ligações (aí é hora de se cuidar e não parar para tomar aquele café, ver a Ana Maria Braga, depois bem estar e tchum, já é hora do almoço) e enfim, começar a fazer todas as suas tarefas de um dia normal como se estivesse na empresa. A hora do almoço deve ser respeitada e, preferencialmente, fazer algo em sua cozinha para não perder o pique da rotina. Durante a tarde funciona quase igual a manhã, mas jamais se esqueça que não é por estar em casa que você pode dar aquela fugidinha para ir a algum lugar e estender a jornada de trabalho até uma ou duas horas após o expediente. A primeiro modo parece tudo funcionar perfeitamente como se estivesse no local físico de seu emprego, mas na prática é bem diferente. Recentemente fiquei em casa e a concentração vai bem longe, a distração com um barulho diferente, a TV ligada só por estar, a notícia que prende a atenção, o pãozinho quentinho que só vai levar uns minutinhos, a música alta e a roupa que de tão confortável faz você ficar no facebook pensando que é uma manhã vagarosa de domingo. Não são atrativos de funcionalidade. A única maneira de trabalhar - não é ficar - em casa é cobrar de você mesmo, muito mais concentração, foco e disciplinada para que a produtividade saia, no mínimo, como se não estivesse no conforto do seu lar.
Thiago Sganzerla - Coordenador de marketing
10.FEV.2012
Da ideia a execuçãoÉ notória a dificuldade em “botar para rodar” uma ideia, ou seja, um pré-projeto. Até porque há uma grande diferença entre o projeto e ideia, todo o mundo têm ideia, até uma criança que só sabe o bê-á-bá, ideia não passa de algo vazio, solto, sem argumentos, algo jogado e que volte-e-meia aparece por aí, é algo que jamais será um projeto com poder para sair do papel. Por isso há técnicas e cursos que capacitam pessoas para criarem e, principalmente, desenvolverem projetos com capacidade para serem executados, mas como não (ou não pode ser) novidade para ninguém, a probabilidade de somente uma pessoa poder executar um projeto é baixíssima. Não é à toa, geralmente a ideia um tem, mas o projeto dois ou mais fazem. Para ser executado um projeto é preciso antes de tudo, acreditar nele e fazer com que os que irão ajudar a executá-lo acreditem mais ainda, só assim será possível minimizar as margens de erro do projeto não sair como o esperado. Claramente que se tudo fosse como na teoria tudo sairia como perfeito e o mundo seria bem melhor, muito mais profissional. Definitivamente isto está longe de ocorrer, porém é possível e muito bacana prever futuros acontecimentos e planejar muito bem como tudo ocorrerá. Os primeiros passos tem que serem definidos por um, digamos, diretor do projeto, é ele quem decidirá o inicio, meio e fim, datas importantes, equipes e suas determinadas funções. Como este blog não é destinado ao “fazer-como” vou deixar você com suas idéias para que as mesmas virem projeto e, muito breve, saia do papel e consiga os objetivos requeridos. Boa sorte e bom preparo para transformas ideias em projetos.
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